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Não deixe de lado este caminho de santificação e de graças abundantes!

Hoje neste post trataremos sobre um assunto muito presente neste mês de agosto, dedicado exclusivamente às vocações, e que nos fará vê-las com outros olhos e refletir sobre a importância destas em nossa jornada rumo ao Céu.

Muitos quando atingem a maioridade são constantemente assaltados por perguntas que não deixam nossa mente facilmente como: “Qual a minha vocação?”. Perante tal pergunta, muitos pensam em se casar, outros em se tornar sacerdotes, outros em se consagrarem a Deus em uma Ordem Religiosa.

Embora tudo o que foi citado anteriormente sejam vocações, não são a razão de nossa existência. Apesar de serem muito importantes para o nosso crescimento espiritual, acabamos por nos esquecer daquilo que verdadeiramente é nossa vocação nesta terra, ou seja, amarmos a Deus de todo o nosso coração e com toda a nossa alma, buscando fazer em tudo sua Santa Vontade. Eis a nossa vocação!

Mas, voltando-nos para a vocação a qual Deus planejou para cada um de nós, como discernir qual é verdadeiramente nossa vocação? Para que a descubramos, é necessário que tenhamos um autêntico espírito de oração, buscando compreender a Vontade de Deus para cada um de nós e só então, descobriremos o que Deus nos reservou.

Todas as vocações são igualmente importantes, todas foram criadas por Deus através da Igreja para que fossem instrumentos de santificação, levando-nos a uma assídua busca pela santidade, e consequentemente ao Céu.

Porém, em uma sociedade marcada por uma busca desenfreada por prazeres e riquezas, muitos pais acabam por se deixarem levar por estas maléficas influências, fazendo com que se oponham à vocação dos filhos. Muitos pais, ao saberem da escolha do filho em relação à sua vocação, acabam por se opor a ela, acabando por ferir gravemente o seguimento da Vontade de Deus por parte dos filhos.

Vemos esta realidade presente na vida de inúmeros santos, os quais tendo descoberto sua vocação, suas escolhas não foram acolhidas pelos pais, os quais os tentavam persuadir a seguirem outra vocação. No entanto, estes não se deixaram levar por outras opiniões diametralmente opostas a Santíssima Vontade de Deus, pois para eles importava “antes obedecer a Deus que aos homens”, e por isso fugiam de casa ou simplesmente seguiam sua vocação não seguindo a vontade de seus pais, mas a de Deus.

Os pais não devem ser uma pedra de tropeço para o seguimento da Vontade de Deus por parte dos filhos, mas pelo contrário, devem ser verdadeiros incentivadores da vocação destes, pois têm um papel importantíssimo na vida deles, e opondo-se a Vontade de Deus para a vida destes, ferem profundamente a missão de pais.

Portanto, não deixemos nossa vocação de lado, mas pelo contrário, sigamos a vocação que Deus nos reservou, mas acima de tudo, busquemos amá-lo de todo o nosso coração e com toda a nossa alma e também fazendo em tudo Sua Santíssima Vontade, cumprindo assim a vocação para a qual todos fomos todos criados, para que nos santificando, tenhamos a graça de um dia chegarmos ao Céu!!!

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