Queridos irmãos e irmãs, hoje a Igreja celebra um grande santo do século lll, que é São Brás.
Nascido em Sebaste na Armênia, tornou-se um grande médico, sempre disposto a ajudar as pessoas em suas enfermidades e doenças, mas ele ainda não era católico. Depois, abrindo-se à graça e deixando-se ser evangelizado, pediu a graça do batismo, e assim tornou-se um católico fiel à única Igreja, a Igreja Católica.
Mas ele sentia que a sua vocação não era ser médico, mas servir a Deus. Assim, ele deixou a carreira de médico para ser um eremita, se refugiando no Monte Argeu.
Depois de um tempo, o Bispo de Sebaste faleceu e a população vendo as grandiosas virtudes de São Brás, o escolheu para ser o Bispo da cidade. Por obediência, ele se tornou padre e depois Bispo de Sebaste.
São Brás foi um grandioso bipo e tinha como meta levar as suas ovelhas para o céu, não se preocupando com as coisas que passam, mas apenas com as coisas que não passam, ou seja, a eternidade.
Mas, como o Imperador da época era Licínio, ele armou uma grande perseguição aos cristãos. Como ele tinha ódio da fé Católica, foi até a casa episcopal de São Brás e o prendeu, ordenando os carrascos para que o fizessem sofrer até que ele negasse a fá católica. Mas o santo, continuando firme na fé, foi degolado defendendo a única fé: a Católica.
A tradição diz que quando ele estava indo para o lugar de seu martírio, uma mãe se apresentou a ele, pedindo-lhe que curasse o seu filho que estava engasgado com uma espinha de peixe fincada na garganta. E o santo, olhando para o céu, curou o menino.
Deixo aqui um breve e grandioso conselho que poderá ajudá-lo a ter uma vida mais santa na graça de Deus como teve São Brás, não se apavorando ou desistindo de viver e nem mesmo negando a fé católica, nos diversos sofrimentos de sua vida. É o seguinte:
“Se houver alguma situação difícil em sua vida não desista, mas busque pedir a Deus para que Ele faça a Sua vontade em sua vida. E se for vontade Dele, que soframos! Usemos destes curtos momentos de sofrimento como um purificador de nossos pecados, como uma estrada que nos leva ao céu, pois a estrada que nos leva ao inferno é larga e não nos traz sofrimentos aqui na terra, mas a da eternidade traz muitos sofrimentos! Que saibamos sofrer nessa estrada que nos leva ao céu! ”
